1 Second Everyday – Fevereiro 2017

Recebi um postal de aniversário MUITO atrasado que muito me alegrou. Visto assim, tive muitos encontros e reuniões com amigos à volta da mesa e de uns copos. No trabalho, cedemos à compra de uma máquina de café e agora tomo dois por dia. Fui algumas vezes a Lisboa, fomos a Tomar dizer adeus ao avô do L, depois dizer adeus à avó da J. No mesmo dia vimos a Carolina, veio o bom tempo e começamos a caminhar depois do almoço, fomos a uma Usability Fix Party com pizzas e minis, e o mês terminou com uns dias em Carrazeda de Ansiães, sol, e os meus miúdos fixes.


In february I’ve received a VERY late birthday card which left me very happy. Seen like this, I’ve had a lot of dates and reunions with friends around a table and some glasses. At work, we’ve finally caved in and bought a coffee machine and now I have two coffees a day. I went a couple of times to Lisbon. Than to Tomar, to say our goodbye’s to L.’s grandfather, than say goodbye to J’s grandmother. In the same day, we’ve seen Carolina, the good weather came and we started walking after lunch. We went to a Usability Fix Party with pizza and beer, and the month ended with some days in Carrazeda de Ansiães, sun, and my cool kids.

Carrazeda de Ansiães

Foi Carnaval e para mim isso significa, desde sempre, quase ininterruptamente, um acampamento, uns passeios ao ar livre, livre de espelhos, de pessoas, de trabalhos, de internet.

img_4039

Este ano fui para Carrazeda de Ansiães, Douro vinhateiro. Terra de bom vinho, boas maçãs e bom azeite (e boas pessoas, como sempre em Trás-os-Montes). Depois da viagem de comboio até Tua, isto.img_4040

O início da época das amendoeiras em flor.img_4045

A maravilha que é saltar para uma carrinha de caixa aberta e andar, andar por aí, perder chapéus que voam com o vento e enregelar as mãos – mas não importa.img_4055

Porque depois chega-se aqui, a este sítio desenhado e harmonioso.img_4065

E por perto espera-nos um lanche bem recheado de alheiras, chouriças, porco bísaro em vinha d’alho – na brasa.img_4068

Calcorreámos a velha linha do Tuaimg_4073

E é assim. Digam o que disserem, o escutismo é o sítio onde se fazem coisas memoráveis. É onde respiram ar puro, pedem boleias, comem diferente, comem bem, comem mal, depende, porque são eles que cozinham, e se cortam, e se enganam e lavam loiça que se fartam. É aqui que contrariados fazem coisas chatas, como lavar casas de banho e balneários, mas é aqui que podem cantar nos montes e andar sozinhos e andar sujos e fazer coisas que não fariam em mais lado nenhum – isto é sério. E isto é uma bela vida.16996190_10209491732789034_8162170356231146733_n

1 Second Everyday – Janeiro 2017

Janeiro foi simples, com poucos filmes. Esteve quase sempre sol e frio, o meu tempo preferido. Fui muitas vezes a Lisboa por causa de aulas, o que significa muitas viagens e alguns bitoques. Tive bastantes atividades nos escuteiros, e estive também doente. No trabalho, despedimo-nos de uma colega exemplar. Isto significou muitos momentos de despedida, que é como quem diz, muita comida. Venha 2017.


January was simple, with not so many videos. The weather was almost always sunny and cold, my favourite. I went a lot of times to Lisbon because of classes, which means a lot of journeys and some bitoques (portuguese name for a good steak, fried egg and french fries). I’ve had quite a few activities with my scouts, and I’ve also been sick – like most population. At work, we said goodbye to a great colleague. This meant a lot of goodbye moments, aka, a lot of food. Come on 2017.

The Windmills Of Your Mind

Round,
Like a circle in a spiral
Like a wheel within a wheel
Never ending or beginning
On an ever-spinning reel
Like a snowball down a mountain
Or a carnival balloon
Like a carousel that’s turning
Running rings around the moon
Like a clock whose hands are sweeping
Past the minutes of its face
And the world is like an apple
Whirling silently in space
Like the circles that you find
In the windmills of your mind
Like a tunnel that you follow
To a tunnel of its own
Down a hollow to a cavern
Where the sun has never shone
Like a door that keeps revolving
In a half-forgotten dream
Like the ripples from a pebble
Someone tosses in a stream
Like a clock whose hands are sweeping
Past the minutes of its face
And the world is like an apple
Whirling silently in space
Like the circles that you find
In the windmills of your mind
Keys that jingle in your pocket
Words that jangle in your head
Why did summer go so quickly?
Was it something that you said?
Lovers walk along a shore
And leave their footprints in the sand
Is the sound of distant drumming
Just the fingers of your hand?
Pictures hanging in a hallway
And the fragment of a song
Half-remembered names and faces
But to whom do they belong?
When you knew that it was over
You were suddenly aware
That the autumn leaves were turning
To the color of his hair?
Like a circle in a spiral
Like a wheel within a wheel
Never ending or beginning
On an ever-spinning reel
As the images unwind
Like the circles that you find
In the windmills of your mind

1 Second Everyday – Novembro 2016

Para começar novembro, tiramos dois dias de férias e fomos de carro sem destino marcado, para um sítio que nos é muito querido e nos trata sempre bem: España! Pelo meio desta viagem, vimos sol, vimos neve, bebemos muita cerveja e comemos muitas tapas e pinchos. Vimos cidades que não conhecíamos – eu fiquei mais velha em Oviedo – e vimos o mar na sempre escarpada e bela Galiza. Muito importante também, voltei a comer churros com chocolate ao pequeno almoço, e isso deixa-me a salivar só de pensar. (Para não me esquecer, a rota foi: Braga – Ourense – Lugo – Ribadeo – Oviedo – Gijón – Léon – Astorga – Puebla de Sanabria – Braga).

Depois foram almoços e jantares com amigos e cadelas, a minha paixão Carolina, começar a levar comida para o trabalho, e passar muitos serões em casa, e outros ao frio a ajudar no presépio. As danças, os miúdos, a chuva, alguma bricolage, muito Shameless, o costume. O que é bom.


To start november, we took a couple of days off and went driving with no destination, to a place very special and dear to us: España! In the middle of the journey, we saw the sun, saw snow, drank a lot of beer and ate a lot of tapas and pinchos. We saw cities we dind’t know – I got older in Oviedo – and saw the sea in the sheer and bautiful Galiza. Also very important, I ate churros con chocolate for breakfast, and still I salivate only of thinking about it. (So that I don’t forget, the route was: Braga – Ourense – Lugo – Ribadeo – Oviedo – Gijón – Léon – Astorga – Puebla de Sanabria – Braga).

After there were lunches and dinners with friends and their dogs, my love Carolina, starting taking food to work, a lot of nights at home, others in the cold helping with the nativity scene. Dances, the kids, the rain, some bricolage, a lot of Shameless, the usual. Which is nice.