Category: música

A música do mês de Junho 2018

Junho foi o mês em que aderi ao Spotify. Até ver, tudo ok. É uma forma de ouvir música muito diferente, e isso vê-se logo nas minhas escolhas, que são de uma compilação. Não gosto particularmente de reggae, mas há qualquer coisa nestas duas músicas (a voz cavernosa, o otimismo) que me agarra e me faz voltar a elas com frequência. A compilação chama-se “Studio One Roots” e há a primeira, segunda e terceira parte.

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A música do mês de maio 2018

Não ouvi nenhuma música em particular, mas saiu um novo álbum de uma banda de que gosto mesmo muito, e ouvi-o bastante: Forest Bathing do a Hawk and a Hacksaw. Foi o mês em que terminou a minha subscrição do Deezer, por isso andei mais desorientada.

Aqui vai um link para o álbum (não há nada no youtube ainda).

A música do mês de abril 2018

Como sabem em abril ouvi muito hip hop e muito rap bem antigos. Depois fui avançando na cronologia e o Kendrick Lamar ter ganho o Pulitzer da música fez-me querer conhecer melhor esta figura. Ouvi o álbum DAMN e custou-me inicialmente a habituar-me à voz dele – não é durona, é de  menino. Vidrei-me na DNA, e na HUMBLE , mas depois apareceu esta música com a SZA, e desde a primeira vez que a ouvi, achei-a uma bela canção. O refrão agarrou-me, e ouvi-a mesmo muitas muitas vezes (ainda oiço). Aparentemente, é o hit do momento (faz parte da banda sonora do Black Panther) porque já a ouvi nos intervalos de jogos de futebol, por isso, foi aprovada como uma boa canção por aí!

“não percebes o Hip Hop”

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Eu gosto de hip hop. Vou ouvindo, quando acerto com o hip hop dá-me uma coisa e sinto POWER, sinto-me do contra, e depois passa. E eis que por acaso encontro o The Hip Hop Evolution e *aprendo* sobre o género. Vejo a história – e os intervenientes quase todos, porque tem uma história tão curta ainda – desta música que nasceu no meio do disco, e teve as bandas mais incríveis e os DJ’s mais inventivos. É uma história fascinante, como acredito que todos os géneros têm, e merece mesmo a pena aprendermos sobre ele. A mim deu-me a volta à cabeça e passei toda a semana à volta de Run DMC’s, NWA, Afrika Baambataa, Jay-Z, e o Kendrik Lamar que ganhou um Pulitzer justo nesta semana.

E claro, o Netflix é inteligente e os Defiant Ones apareceram-me como recomendação. Apresenta e cruza a vida do Dr. Dre – figura muito interessante e histórica do meio do rap – e Jimmy Iovine, o produtor dos produtores, marketeer, visionário. As duas séries complementam-se muito bem, e deixaram-me mesmo muito interessada em ver mais séries documentais sobre música.

Este é o meu relatório da semana. Topam?

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A música do mês de março 2018

Em março comecei a ouvir muita coisa à sorte porque comecei a experimentar a aplicação Deezer. Lembrava-me de uma coisa e ouvia. E um dia lembrei-me deste álbum dos Quinteto Tati (Exílio), que ouvi tantas vezes quando andava na universidade. E soube-me tão bem voltar a ele, que ouvi de novo muitas vezes ao longo de março. É um grande álbum, com grandes letras e grande música.

A música do mês de fevereiro 2018

Em fevereiro eu comprometi-me a ouvir só música brasileira. Claro que não sou radical, mas ouvi músicas que não conhecia (O Pato de João Gilberto), e voltei a discos do Caetano Veloso, e Maria Rita, e Elis Regina. Ouvi Los Hermanos, recomendaram-me Engenheiros do Haiti – não há melhor que brasileiros para dar nomes a bandas.

Mas resumindo, o que mais me conforta, o que me faz dizer “ah que lindo” é o Chico Buarque.

O novo, com esta bruta, brilhante, magnífica canção “Construção”:


E o velho, com estas ternas canções “Tua Cantiga” e “Dueto” :