Category: filmes

Rain, Jannik Tai Mosholt, Esben Toft Jacobsen, Christian Potalivo (2018)

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Esta série dinamarquesa tem uma premissa muito fora: Há seis anos atrás, uma chuva tóxica matou a maioria da população escandinava, tendo sobrevivido pouquíssimas pessoas. Dois destes sobreviventes são irmãos e viveram os últimos anos completamente isolados dentro de um bunker preparado pelo pai deles.

Todo o ambiente da série é desolado e apocalíptico, e fez-me muito lembrar este filme que adorei.

 

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Wild Wild Country, Maclain Way, Chapman Way (2018)

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Aquela figura é familiar não é? É o Osho, que antes de ser Osho dava pelo nome de Bhagwan Shree Rajneesh. Este documentário de seis episódios é, obviamente, viciante, e consigo através dele explicar todo o meu feriado do Corpo de Deus (isso e crepes pela manhã, tadah!).

Que maluqueira. A sério, não fazia ideia da dimensão da religião, seita, culto, seja o que for. E de quão invasivos e dissimulados foram. Desde envenenamentos a tentativas de assassinato e um PR agressivo, valia tudo para ganharem terreno nuns EUA ultra conservadores nos anos 80. É muito interessante!

“não percebes o Hip Hop”

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Eu gosto de hip hop. Vou ouvindo, quando acerto com o hip hop dá-me uma coisa e sinto POWER, sinto-me do contra, e depois passa. E eis que por acaso encontro o The Hip Hop Evolution e *aprendo* sobre o género. Vejo a história – e os intervenientes quase todos, porque tem uma história tão curta ainda – desta música que nasceu no meio do disco, e teve as bandas mais incríveis e os DJ’s mais inventivos. É uma história fascinante, como acredito que todos os géneros têm, e merece mesmo a pena aprendermos sobre ele. A mim deu-me a volta à cabeça e passei toda a semana à volta de Run DMC’s, NWA, Afrika Baambataa, Jay-Z, e o Kendrik Lamar que ganhou um Pulitzer justo nesta semana.

E claro, o Netflix é inteligente e os Defiant Ones apareceram-me como recomendação. Apresenta e cruza a vida do Dr. Dre – figura muito interessante e histórica do meio do rap – e Jimmy Iovine, o produtor dos produtores, marketeer, visionário. As duas séries complementam-se muito bem, e deixaram-me mesmo muito interessada em ver mais séries documentais sobre música.

Este é o meu relatório da semana. Topam?

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