A música do mês de maio 2018

Não ouvi nenhuma música em particular, mas saiu um novo álbum de uma banda de que gosto mesmo muito, e ouvi-o bastante: Forest Bathing do a Hawk and a Hacksaw. Foi o mês em que terminou a minha subscrição do Deezer, por isso andei mais desorientada.

Aqui vai um link para o álbum (não há nada no youtube ainda).

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1 Second Everyday – Maio

Um mês mais curto do que o habitual porque depois de vir dos Açores, a surpresa do dia a dia fica relativizada àquele espanto. Tive dias maravilhosos no Pico e Faial com o @bieira e o Luís. Subi ao Piquinho e “agora” percebo o que querem dizer quando falam do arquipélago. Inaugurou-se a varanda dos meus pais, fomos a um casamento (do liceu!), pela primeira vez não vi a Braga Romana, porque a Rota das Tapas falou mais alto. Também houve o divertido 1986!


A month shorter than usual because after coming from the Azores, the daily surprise somewhat is taken with a new level of comparison. I had wonderful days in Pico and Faial with @bieira and Luís. I went up to Piquinho and now I understand what people mean when they talk about the archipelago. We inaugurated my parent’s balcony, we went to a wedding (from high school!), For the first time I did not see Braga Romana, because the Route of Tapas spoke louder. There was also the fun TV show 1986!

Rain, Jannik Tai Mosholt, Esben Toft Jacobsen, Christian Potalivo (2018)

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Esta série dinamarquesa tem uma premissa muito fora: Há seis anos atrás, uma chuva tóxica matou a maioria da população escandinava, tendo sobrevivido pouquíssimas pessoas. Dois destes sobreviventes são irmãos e viveram os últimos anos completamente isolados dentro de um bunker preparado pelo pai deles.

Todo o ambiente da série é desolado e apocalíptico, e fez-me muito lembrar este filme que adorei.

 

Wild Wild Country, Maclain Way, Chapman Way (2018)

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Aquela figura é familiar não é? É o Osho, que antes de ser Osho dava pelo nome de Bhagwan Shree Rajneesh. Este documentário de seis episódios é, obviamente, viciante, e consigo através dele explicar todo o meu feriado do Corpo de Deus (isso e crepes pela manhã, tadah!).

Que maluqueira. A sério, não fazia ideia da dimensão da religião, seita, culto, seja o que for. E de quão invasivos e dissimulados foram. Desde envenenamentos a tentativas de assassinato e um PR agressivo, valia tudo para ganharem terreno nuns EUA ultra conservadores nos anos 80. É muito interessante!

Os cús de Judas, António Lobo Antunes (1979)

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Levei este livro para o Pico. Foi dos últimos livros que comprei (é raro comprar livros que não sejam técnicos agora…) e foi na altura em que andava a ler memórias de guerra da Iª e IIª GGM. Queria uma memória portuguesa de uma guerra portuguesa. Acontece que o escritor é impenetrável. Páro uma vez. Páro segunda. Pego nele para a terceira e não sei como, consigo terminar o livro mas sempre a achar que nunca o vou terminar, porque nunca me deixou de custar. É tão pequenino e tramado.

Estas histórias não são eventos concretos e cronológicos, são o shrapnel interno de tudo o que aconteceu, de como ficou profundamente e para sempre marcado pelo abuso que viu, pela morte evitável, pelas agonias de todos. Não há guerras boas, mas esta foi mesmo má, à portuguesa.

A música do mês de abril 2018

Como sabem em abril ouvi muito hip hop e muito rap bem antigos. Depois fui avançando na cronologia e o Kendrick Lamar ter ganho o Pulitzer da música fez-me querer conhecer melhor esta figura. Ouvi o álbum DAMN e custou-me inicialmente a habituar-me à voz dele – não é durona, é de  menino. Vidrei-me na DNA, e na HUMBLE , mas depois apareceu esta música com a SZA, e desde a primeira vez que a ouvi, achei-a uma bela canção. O refrão agarrou-me, e ouvi-a mesmo muitas muitas vezes (ainda oiço). Aparentemente, é o hit do momento (faz parte da banda sonora do Black Panther) porque já a ouvi nos intervalos de jogos de futebol, por isso, foi aprovada como uma boa canção por aí!

1 Second Everyday – Abril 2018

Comecei o mês de abril com um novo penteado. Entrego-me sempre às vontades da cabeleireira, e desta vez a mudança foi demasiado radical, mas lá decidi registar diariamente o meu visual, coisa que não acontecia nos vídeos anteriores.
Os primeiros dias passaram-se no Algarve com o Cassiano. Dias de tranquilidade, música, paisagens lindas, caminhadas pelos trilhos dos pescadores. Claro que o mês foi chuvoso e muito interior. As habituais danças e escuteiros, as sextas feiras à noite que adoro, experimentar sítios novos na cidade (pequeno almoço todo o dia? Estou tão dentro).
Depois chegou o meu irmão e passamos bons momentos em família. O meu pai fez 64 anos e foi aprender como se faz cerveja. Eu ganhei uma borbulha gigante e fui conhecer novas empresas com as geek girls. Fiz o trilho da Calcedónia no Gerês – e foi difícil atravessar a fenda! Fui a Lisboa e depois rumamos para umas bonitas férias nos Açores, na ilha do Pico!


I started April with a new haircut. I always let my hairdresser do whatever she wants, only this time the change was too radical, which made me decide to register my look everyday (I never do in previous 1SE videos).
The first days were spent in Algarve with Cassiano. Days of peacefulness, music, beautiful landscapes, some walks in the fishermen trails. Surely the month was a rainy one, and very homey. The usual dances and scouts, our friday nights which I love, trying new places in town (breakfast all day? I am SO in).
Then my brother came and we’ve spend good family moment. My father turned 64 and learned how beer is brewed. I woke up one day with a major pimple, and also I got to know new companied with the Geek Girls Portugal initiative. I made the Calcedonia trail – and it was really hard to cross the fissure! I went to Lisbon, and after we went for some beautiful holidays in the Azores, in Pico island!