Arménia

khorvirap

Eu tenho, desde há muito tempo, uma fixação por um país pouco habitual. Não é exótico, não é muito quente nem muito frio. Não é bem europeu, não é bem asiático, não é bem. Faz fronteira com Bizâncio e Pérsia e o seu monte Ararat, reza a lenda, guarda a verdadeira Arca de Noé.

A Arménia (e a Geórgia, bem diferente mas anexa no meu fascínio) tem as minhas músicas tradicionais preferidas. Tem a Tamzara e belos Shorors. Tem as minhas danças preferidas (quer sejam mais encenadas ou mais populares), quase invariavelmente acompanhadas pelo instrumento mais triste, o duduk.

Foi um interesse que começou com a música e com a dança, curiosamente. Achava que aquelas músicas melodiosas, tristes, carregavam a história extraordinariamente longa e inacreditavelmente sofrida deste país, berço de tanta coisa.

Vou sempre lendo, dançando, vendo. Depois vejo que há quem mostre o país como ninguém, e há até quem lá vá dançar e passear!

Então comecei a fazer uma coisa que nunca faço, que são as contas à vida. E decidi que vai deixar de ser um interesse virtual, à distância, e vou lá. O guia está encomendado, os livros selecionados, e vai-me dar todo o gozo preparar esta viagem. Espero dar lá um saltinho em 2017. Percebe-se porquê, certo?

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