Depois dos naufrágios, o ártico, as guerras

Consigo enumerar as minhas recentes fases nas leituras. Depois dos naufrágios veio o ártico, depois a grande guerra, e agora a segunda.

Mas as minhas leituras nunca estiveram tão inconsistentes e inconstantes como agora. Tenho cinco ou mais livros começados. Verdade seja dita, deixei de ler quando me vi com um smartphone. O tablet onde lia estragou-se de tão pouco uso.

Uma divagação antes de falar sobre o que quero falar, que é a série Band of Brothers. Toda a gente que a viu insistia que era uma série extraordinária e valia a pena ver. E é. Parece-me um fiel diário de guerra, acompanhando de um modo particular cada soldado ou oficial. Sentimo-nos quase parte daquela companhia, e fica-se arrepiado só de sequer pensar o que tiveram de suportar. Colocava-me muitas vezes a questão “e se fosse agora?” “será que aguentava? quem aguentava?”.

Seguiram-se as leituras de todas as páginas da wikipedia sobre os elementos da Easy Company. Seguiu-se a série “Pacific” (a decorrer). Seguiu-se o livro “Beyond Band of Brothers”, escrito pelo comandante da companhia. O interesse era tanto que o li todo durante o dia de hoje.

Fiquei contente por voltar a folhear um livro tão avidamente, e por ler histórias de homens tão extraordinários. Que los hay los hay.

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  1. Pingback: Band of Brothers, Stephen E. Ambrose (1992) | Future Artist

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