Headhunters, Morten Tyldum (2011)

Tenho-me esquecido de registar tanto o que ando a ler como o que ando a ver.

Há umas semanas, às cegas, começámos a ver um filme norueguês chamado Headhunters. O protagonista tinha tudo para ser feliz, e mantinha-se graças a um part-time sui generis: roubava obras de arte e geria uma pequena rede através da qual as vendia.

Eventualmente – e não por causa do roube de arte – tudo, mas tudo, começa a correr mal. E é tão intenso, incrível e improvável que se fica com a respiração em suspenso bem até ao final.

Foi uma excelente surpresa, gostei muito deste filme, e recomendo-o.

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