Vulnicura

Em 1993 ouvimo-la no Top+ no Canal 1.

Desde então estava sempre na ponta da língua quando me perguntavam quem era a minha cantora preferida. Tínhamos os discos, os singles, posters, livros e as cassetes VHS que apanhavam relíquias pela televisão.

Com o tempo o entusiasmo foi esmorecendo, deixei de saber as canções novas e de ver os novos vídeos. Nunca deixei de acompanhar, mas ouvia muitas coisas novas e diferentes e a minha ponta da língua deixou de ser tão certeira e determinada.

Mas ao ouvir o Vulnicura comecei a sentir o que sentia quando só ouvia música. É límpido, melódico, é crú e é muito simples. E apetece-me rever tudo e tirar o pó à devoção adolescente.

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